quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

EM PAZ COM DEUS.


1. A Grande Busca


Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração.
JEREMIAS, 29:13 *

VOCÊ iniciou a Grande Busca no momento em que nasceu. Passa­ram-se muitos anos, talvez, antes que você percebesse, antes que se tornasse evidente que esteve sempre buscando — buscando algo que nunca teve — buscando algo que era mais importante do que tudo na vida. Algumas vezes você tentou esquecer. Algumas vezes ten­tou ocupar-se com outras coisas, de modo que não houvesse tempo nem atenção para nada além dos problemas imediatos. Algumas ve­zes pode até ter achado que se livrara da necessidade de continuar buscando esta coisa sem nome. Em alguns momentos, você quase conseguiu abandonar a busca por completo. Mas foi sempre envol­vido por ela de novo — teve sempre que retomá-la.
Nos momentos mais solitários de sua vida, você olhou para ou­tros homens e mulheres e imaginou se também estariam buscando — algo que não podiam descrever, mas sabiam que queriam e ne­cessitavam. Alguns deles pareciam ter encontrado a realização no casamento e na vida familiar. Outros partiram para alcançar fama e fortuna em outras partes do mundo. Contudo, outros permaneceram no país e prosperaram, e olhando-os, você talvez tenha pensa­do: "Estas pessoas não participam da Grande Busca. Elas encon­traram seu caminho. Sabiam seu objetivo e conseguiram atingi-lo. Somente eu percorro este caminho que não leva a parte alguma. So­mente eu continuo perguntando, buscando, tropeçando ao longo des­ta estrada escura e desesperadora que não tem sinalização."

A Súplica da Humanidade

Mas você não está só. Toda a humanidade percorre este cami­nho com você, pois todos encontram-se nesta mesma busca. Toda a humanidade está buscando a resposta para a confusão, a doença moral, o vazio espiritual que oprime o mundo. Toda a humanidade implora orientação, auxílio, paz.
Dizem que vivemos na "era da ansiedade". Historiadores mos­tram que houve poucas vezes na história da humanidade em que o homem esteve sujeito a tanto medo e incerteza. Todos os esteios fa­miliares que conhecíamos parecem ter sido destruídos. Falamos de paz, porém nos defrontamos com constância com a guerra. Plane­jamos complexos esquemas de segurança, mas ainda não a encon­tramos. Tentamos nos agarrar a qualquer oportunidade passageira e, mesmo quando a agarramos, ela desaparece.
Durante gerações, corremos como crianças assustadas, primei­ro por um beco sem saída e depois por outro. Todas as vezes dize mos a nós mesmos: "Este é o caminho certo, este nos levará aonde queremos ir." Mas todas as vezes estivemos errados.

O Caminho da Liberdade Política

Um dos primeiros caminhos que escolhemos chamava-se "li­berdade política". Proporcione a todos liberdade política, dissemos, e o mundo transformar-se-á em um lugar feliz. Vamos escolher nos­sos próprios chefes de governo e teremos o tipo de governo que tor­nará nossa vida digna de ser vivida. Assim, conseguimos a liberdade política, mas não aquele mundo melhor. Nossos jornais diários fa­lam de corrupção em altos cargos, de favoritismo, de exploração, de hipocrisia, que igualam e por vezes superam o despotismo dos reis da antigüidade. Liberdade política é uma coisa preciosa e im­portante, mas não pode nos proporcionar por si só o tipo de mundo que ansiamos.
Havia um outro caminho muito promissor chamado "educa­ção", e muitos depositaram nele toda a sua fé. A liberdade política aliada à educação resolverá o problema, disseram, e todos nos pre­cipitamos desenfreados pelo caminho educacional. Durante muito tempo, ele nos pareceu um caminho brilhante, bem iluminado e sen­sato, e nós o percorremos com ansiedade e esperança, mas aonde nos levou? Você sabe a resposta. O povo americano é o mais bem informado da história da civilização — e também o mais confuso. Alunos do curso secundário conhecem mais sobre as leis físicas do universo do que os maiores cientistas da época de Aristóteles. E em­bora nossas cabeças estejam abarrotadas de conhecimento, nossos corações estão vazios.
O caminho mais brilhante e convidativo de todos era aquele de­nominado "padrões de vida mais elevados". Quase todos achavam que poderiam confiar neste caminho para chegar de modo automá­tico àquele mundo melhor e mais feliz. Acreditava-se que esta era a rota certa. Esta era a rota que "bastava apertar o botão para che­gar lá"! Este era o caminho que passava pelos anúncios coloridos das revistas, por todos os carros novos e cintilantes, pelas fileiras reluzentes de geladeiras elétricas e máquinas de lavar automáticas, por todos os frangos gordos cozinhando em novíssimas panelas com fundo de cobre. Sabíamos que desta vez tínhamos tirado a sorte gran­de! Os outros caminhos podiam ter sido enganadores, mas desta vez nós tínhamos acertado!
Muito bem, olhe à sua volta neste exato instante. Neste mo­mento preciso da história, você vê nos Estados Unidos um país que possui um grau de liberdade política jamais sonhado em muitas par­tes do mundo civilizado. Você vê o maior e mais abrangente siste­ma de educação já criado pelo homem, e somos elogiados tanto aqui como no exterior por nosso elevado padrão de vida. "O modo de vida americano" é como gostamos de chamar esta nossa economia cromada, por completo eletrificada e automática — mas será que ela nos fez felizes? Será que nos trouxe a alegria, a satisfação e a razão de viver que buscávamos?
Não. Enquanto estamos aqui nos sentindo convencidos e orgu­lhosos de termos realizado tantas coisas apenas imaginadas pelas ge­rações anteriores; enquanto transpomos nossos oceanos em horas ao invés de meses; enquanto produzimos remédios milagrosos que eli­minam algumas das doenças mais temidas pelo homem; enquanto construímos edifícios que fazem a Torre de Babel parecer um formi­gueiro; enquanto aprendemos cada vez mais sobre os mistérios das profundezas do mar e penetramos cada vez mais longe no espaço cósmico, será que reduzimos um pouquinho sequer aquela nossa sen­sação de vazio? Será que todas estas maravilhas modernas nos pro­porcionam uma sensação de realização, será que ajudam a explicar por que estamos aqui, será que indicam o que temos de aprender? Ou aquela terrível sensação de vazio persiste? Será que cada no­va descoberta da magnitude do universo nos consola ou nos faz sentir mais sozinhos e desamparados do que nunca? Estaria o antídoto para o medo e o ódio e a corrupção humanas em alguma proveta de la­boratório ou no telescópio de um astrônomo?

A Sedução da Ciência

Não podemos negar que a ciência tenha dado ao homem mui­tas coisas que ele pensava querer. Mas esta mesma ciência nos apre­senta agora o mais terrível presente já conferido à humanidade. A vida e o futuro de cada ser vivo neste planeta são atingidos por este presente da ciência. Ele estende-se como uma sombra sinistra nos nossos pensamentos vigilantes. Ronda como um espectro de horror os sonhos de nossos filhos. Fingimos que ele não está lá. Tentamos fingir que não recebemos este presente, que tudo não passa de uma piada, e que algum dia vamos acordar e descobrir que não conquis­tamos o espaço cósmico, e que o armamento nuclear nunca foi aper­feiçoado — mas os jornais matutinos nos contam uma história diferente.
Existem outros caminhos, é claro, e muitas pessoas os percor­rem neste exato momento. Existem os caminhos da fama e da for­tuna, do prazer e do poder. Nenhum deles conduz a parte alguma, exceto ao fundo do atoleiro. Estamos emaranhados na teia de nos­so próprio raciocínio, tão completa e habilmente tolhidos que não podemos mais enxergar a causa nem a cura da doença que provoca esta dor mortal.
Se é verdade que "para cada mal existe um remédio", então precisamos nos apressar para encontrá-lo. A areia na ampulheta da civilização está caindo com rapidez, e se existe um caminho que con­duza à luz, se existe um retorno à saúde espiritual, não devemos per­der uma hora sequer!

A Busca de Soluções

Muitos se debatem neste tempo de crises e vêem que seus esforços não os ajudam a se erguer, mas sim a afundar cada vez mais no abismo.
O índice de suicídio teve um aumento vertiginoso, na década de 80. Nos últimos dez anos, o índice de suicídio de crianças entre 10 a 14 anos triplicou. A revista Leadership calcula que, por ano, meio milhão de pessoas tentam o suicídio — e 50.000 são bem-suce­didas. Em 1981, morreram mais pessoas por suicídio do que por ho­micídio.
No ano passado, milhares de americanos — muitos dos quais adolescentes — que não conseguiam descobrir nem mesmo as res­postas erradas, preferiram tirar suas próprias vidas a continuar vagando nesta selva criada pelo homem, a qual chamamos de civili­zação.
Durante os últimos vinte anos, o índice de divórcio nos Esta­dos Unidos aumentou, até mesmo na igreja com um em cada dois casamentos terminando em divórcio. Este índice aumentou 100 por cento desde 1900!
Gastamos uma fortuna para "adotar" graciosas criancinhas ca­rentes, enquanto nossas crianças são alvo de maus-tratos ou de hor­ríveis atrocidades da "pornografia infantil". Ouvimos falar sobre aborto livre, mães substitutas, bancos de esperma e assim por dian­te. Nossas famílias estão crivadas de todos os tipos de abusos e aber­rações.
Então "onde estamos?", pergunta você. "Onde estamos ago­ra e para onde vamos?" Deixe-me dizer-lhe onde estamos e o que somos. Somos uma nação de pessoas vazias. Nossas cabeças estão abarrotadas de conhecimento, mas em nossas almas existe um vá­cuo espiritual.
Reclamamos no passado que a juventude deste país perdera o ímpeto, a iniciativa, a disposição para trabalhar e progredir. Todos os dias, ouvia pais dizerem que não entendiam por que seus filhos não queriam trabalhar, mas apenas ganhar tudo de mão beijada. Os pais não pareciam perceber que seus filhos bem educados e cria­dos com cuidado estavam, na verdade, vazios por dentro. Não esta­vam imbuídos do espírito que torna o trabalho uma satisfação. Não estavam cheios da determinação que faz do progresso um prazer. E por que eles estavam tão vazios? Porque não sabiam de onde ti­nham vindo, por que estavam aqui, nem para onde estavam indo!
Hoje, nossos jovens procuram direção e perspectiva. Estão em busca de modelos a serem seguidos, de padrões de determinação.
Assemelham-se a fileiras de belos automóveis novos, perfeitos nos mínimos detalhes, mas sem gasolina nos tanques. A carroceria é uma beleza, porém não há nada no bojo para dar-lhes potência. E, assim, ficam parados e enferrujam — de tédio.

A Extensão do Tédio

Fala-se que os Estados Unidos possuem a maior renda per ca­pita de tédio do mundo! Sabemos disto porque temos mais varieda­de e um número maior de distrações artificiais do que em qualquer outro país. As pessoas se tornaram tão vazias que não são capazes nem de se distrair sozinhas. Elas têm que pagar a outras pessoas pa­ra distraí-las, para fazê-las rir, para tentar fazê-las se sentir bem, felizes e satisfeitas por alguns minutos, para tentar fazê-las perder aquela desagradável e assustadora sensação de vazio — aquela sen­sação espantosa e aterrorizante de estar perdido e só.
Você pode achar que o tédio é uma questão insignificante. To­do mundo se entedia às vezes, é muito natural. Mas deixe-me dizer-lhe algo a respeito do tédio e desta perigosa apatia que está se apo­derando da nação e da mente e do coração do povo. O homem é a única criatura de Deus que é capaz de se entediar, embora já te­nha visto animais em um zoológico que parecem muito entediados! Nenhum outro ser vivo além do homem pode se entediar consigo ou com seu ambiente. Isto é muito significativo, pois o Criador nunca faz nada sem um propósito e se Ele concedeu ao homem a capaci­dade de entediar-se, fez isto com um propósito.
O tédio é um dos meios seguros de medir o seu próprio vazio interior! Ele tem a precisão de um termômetro para revelar a exten­são do vazio do seu espírito. A pessoa que está por completo ente­diada, vive e trabalha em um vácuo. Seu eu interior é um vácuo, e não há nada que ofenda mais à natureza do que um vácuo. É uma das regras infalíveis deste universo que todos os vácuos devem ser preenchidos e preenchidos de imediato.

Uma Nação de Pessoas Vazias

Não é preciso que retornemos aos tempos antigos para ver o que acontece a uma nação de pessoas vazias. Não precisamos ir além da história recente da Alemanha ou da Itália para vermos com que velocidade mortal a natureza preenche os vácuos que ocorrem den­tro de nós. O nazismo na Alemanha e o fascismo na Itália não po­deriam encontrar nenhum lugar no coração e na alma de uma pessoa que estivesse imbuída do Espírito Divino, mas as falsas ideologias inundam com a maior facilidade as mentes e os corações daqueles que estão vazios e disponíveis. A natureza abomina um vácuo, mas cabe a nós, como indivíduos, determinar com o que preencheremos o nosso vácuo interior.
Portanto, esta é a nossa situação atual — nações de pessoas va­zias. Tentamos nos satisfazer com a ciência e a educação, com me­lhores condições de vida e prazer, com muitas outras coisas que pensávamos querer. Temos o capitalismo cada vez mais decadente em um extremo e o comunismo ateu no outro. Mas continuamos vazios. Por que estamos vazios? Porque o Criador nos fez para Si; e nunca encontraremos a perfeição e a plenitude longe de Sua co­munhão.
Em uma entrevista recente no Presbyterian Journal (2 de no­vembro de 1983), o eminente colunista católico, Michael Novak, co­menta a nossa situação: "o socialismo é um sistema para santos, ... o capitalismo democrático, ... um sistema para pecadores." É por isto que ele acha que o socialismo não pode funcionar neste mundo.
Jesus disse-nos há muito tempo que "Não só de pão vive o ho­mem" (Lucas, 4:4), mas não lhe demos atenção. Tentamos fazer mesmo isto.
Não suportamos o nosso terrível vazio, não conseguimos enca­rar a estrada solitária e desolada que se estende à nossa frente. Es­tamos desesperadamente cansados do ódio, da cobiça e da luxúria que sabemos estar dentro de nós, mas somos incapazes de nos livrar destes sentimentos e substituí-los por algo melhor.
"O tempo e a maré não esperam por ninguém," disse sir Wal­ter Scott. Os instrumentos da aniquilação total foram colocados ao nosso alcance. Já não podemos sair correndo por trilhas falsas, já não podemos explorar estradas desconhecidas, já não podemos nos dar o luxo de nos deixar encurralar em becos sem saída, Não dispo­mos de todo esse tempo! Isto porque nossa geração realizou o que outras gerações apenas tentaram ou sonharam realizar em seus mo­mentos mais insensatos de poder e crueldade! Conseguimos as ar­mas da destruição total. Estamos presenciando o clímax da loucura humana — a iminência do holocausto nuclear.
Como os demônios devem ter rido enquanto alguns dos homens mais brilhantes da terra trabalhavam com intensidade durante anos para concretizar este horror! O átomo dividido! Dividir e conquis­tar! Divida, destrua, despedace, esmague, pulverize! O pai da men­tira fez seu trabalho, e o homem com diligência o ajudou. Vemos diante de nós a obra-prima de Satanás, sua inteligente falsificação das línguas bifurcadas do fogo divino. Porque este fogo satânico e as chamas de Pentecostes caem do alto, são ambos bifurcados, ambos iluminam, ambos transformam no mesmo instante tudo o que tocam — mas com que diferença. A diferença do céu e do in­ferno!

Um Mundo às Avessas

Estamos vivendo em um mundo às avessas, onde tudo é con­fusão. Mas esteja certo de que a confusão tem um desígnio — o desígnio de Satanás! A Bíblia nos diz que Satanás é o pai da men­tira e que se dedica à causa de nos fazer mentir a nós mesmos e a promover a mentira entre as nações do mundo inteiro. Ele nos induziu a crer que as coisas estavam melhorando, quando, na ver­dade, pioravam.
Todos reconhecemos que o mundo mudou radicalmente desde o início deste século. Estamos conscientes de seu ritmo acelerado, do espírito de rebelião que está destruindo as tradições e os marcos estabelecidos, da velocidade com que a língua, estilos, costumes, mo­radia e modo de viver e pensar estão se alterando e modificando.
Há apenas alguns anos, as crianças deleitavam-se com a pers­pectiva de uma ida à estação ferroviária para assistir à chegada dos trens. Hoje, se mostram indiferentes até aos ônibus espaciais. Quan­tas sabem quando parte o próximo ônibus espacial ou quem estará a bordo? Nós, que um dia nos maravilhamos com o telégrafo, ago­ra aceitamos com naturalidade o milagre muito maior da televisão. Não faz muito tempo, muitas das doenças físicas do homem eram consideradas irremediáveis e incuráveis. Hoje, temos remédios tão eficazes, que muitas doenças da velhice estão desaparecendo. Reali­zamos muito, quanto a isto não há dúvida.
Mas com todo este progresso, o homem não resolveu o proble­ma básico da espécie humana. Podemos construir os edifícios mais altos, os aviões mais rápidos, as maiores pontes. Sondamos com su­cesso o espaço e conquistamos o desconhecido. Mas continuamos incapazes de nos governar ou de viver juntos sob o signo da igual­dade e da paz!
Podemos criar grandes e novas escolas de arte e de música, po­demos descobrir vitaminas melhores e desconhecidas, mas não há nada de novo nos nossos problemas. São os mesmos que o homem sempre teve, só que parecem ampliados e mais abundantes. Eles po-dem nos afligir sob novas formas, podem parecer causar dor mais aguda e angústia mais profunda; mas o fundamental é que estamos enfrentando as mesmas tentações, as mesmas provações, os mesmos desafios que sempre confrontaram a humanidade.
Desde aquele momento trágico no Jardim do Éden, em que o homem renunciou à vontade de Deus em favor da própria vontade, ele tem sido atormentado pelos mesmos problemas. Suas causas es­tão registradas no terceiro capítulo do Gênese. As terríveis condi­ções que as produziram estão relatadas no primeiro capítulo dos Romanos. E o evangelho de Jesus Cristo nos fornece a cura para estes problemas.
É a natureza depravada e pecadora do homem que o enche de ódio, inveja, cobiça e ciúme. A maldição de pecado reside em seu corpo e ele vive para sempre assombrado pelo medo da morte. Seu gênio inventivo o capacitou a transformar tudo, exceto a si mesmo. Porque o homem, apesar do "progresso" de nossos dias proclama­do em altas vozes, permanece o mesmo que era no início.

O Pecado É Ainda o Mesmo

O pecado, também, permaneceu inalterado, embora o homem tenha feito o possível para alterá-lo. Tentamos enfeitá-lo com ou­tros nomes. Tentamos colocar novos rótulos na mesma velha garra­fa de veneno. Tentamos caiar o edifício em ruínas e fingir que estava em bom estado (ou novo).
Tentamos chamar o pecado de "erro", "engano" ou "falta de juízo", mas o pecado em si permaneceu o mesmo. Por mais que tentemos apaziguar nossa consciência, sabemos que todo o tempo o homem continuou a pecar; e os resultados do pecado ainda são a doença, a decepção, a desilusão, o desespero e a morte.
Tampouco a dor se alterou. Ela começou quando Adão e Eva contemplaram com o coração partido o corpo inerte do filho assas­sinado, Abel, e conheceram o peso esmagador da dor. E ela assim continuou até se tornar hoje a língua universal do homem. Ninguém escapa dela, todos a vivenciam. Pareceu mesmo a um dos consola­dores de Jó que ela era a finalidade da vida, pois disse: "Mas o ho­mem nasce para o enfado como as faíscas das brasas voam para cima" (Jó, 5:7).
A morte também continua a mesma. Os homens tentaram mu­dar sua aparência. Trocamos a palavra "morrer" por "falecer". Colocamos os corpos em "urnas" agora em vez de "caixões". Temos "Jardins da Saudade" em vez de "cemitérios". Tentamos sua­vizar a rigidez dos últimos ritos; mas a despeito do nome que lhe atribuímos, ou da aparência natural que possamos dar a um corpo sem vida por meio da maquiagem, a realidade fria, dura e cruel da morte não se modificou no decorrer da história humana. Um ami­go, lutando contra um câncer terminal, escreveu há pouco tempo: "Comecei a compreender que o câncer não é terminal — a vida é que é!"
Estes três fatos constituem a verdadeira história do homem: seu passado está cheio de pecado; seu presente transborda de dor; seu futuro é a certeza da morte.
Diz a Bíblia "... aos homens está ordenado morrerem uma só vez..." (Hebreus, 9:27), e à pessoa normal isto parece uma situação definida e sem esperança. Centenas de filosofias e inúmeras religiões foram inventadas pelo homem na tentativa de lograr a Palavra de Deus. Filósofos e psicólogos modernos ainda tentam fazer parecer que existe algum outro caminho que não o de Jesus. Mas o homem já tentou todos, e nenhum deles conduz a lugar algum a não ser pa­ra baixo.
Cristo veio para nos dar as respostas aos três problemas perma­nentes do pecado, da dor e da morte. É Jesus Cristo e somente Ele, que é também permanente e imutável, "o mesmo ontem e hoje, e o será para sempre" (Hebreus, 13:8). Como o compositor de hinos, Henry F. Lyte, escreveu: "Declínio e mudança vejo por onde sigo; Ó Vós que não mudais, ficai comigo."
Todas as outras coisas podem mudar, mas Cristo permanece imutável. No mar inquieto das paixões humanas, Cristo mantém-se firme e tranqüilo, pronto para acolher todos os que recorrerem a Ele e aceitarem as bênçãos da segurança e da paz. Pois estamos vi­vendo em uma época de graça, na qual Deus promete que quem quer que seja poderá vir e receber seu Filho. Mas este período de graça não durará para sempre. Mesmo agora, vivemos em um tempo em­prestado.



* N.T. Todas as citações bíblicas foram extraídas de A Bíblia Sagrada, Antigo e Novo Testamento, Rio de Janeiro, 1975, série RAO 44 Z-l, edição revista e atualiza­da, tradução portuguesa de João Ferreira de Almeida, com referências a algu­mas variantes.

Fonte: Livro de Billy Graham O primeiro capitulo.

Ev. Leandro Ricardo Ribeiro Dos Santos Souza

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Um homem chamado John Wycliffe.




John Wycliffe (ou Wyclif) (132031 de dezembro 1384) foi professor da Universidade de Oxford, teólogo e reformador religioso inglês, considerado precursor das reformas religiosas que sacudiram a Europa nos séculos XV e XVI (ver: Reforma Protestante). Trabalhou na primeira tradução da Bíblia para o idioma inglês, que ficou conhecida como a Bíblia de Wycliffe.
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Família e Infância
Sua família era tradicional na região de Yorkshire, sendo que, à época do seu nascimento as propriedades familiares cobriam amplo território nas redondezas de Ipreswell (hoje Hipswell), seu local de nascimento. Não há certeza sobre o ano de seu nascimento, um dos anos mais citados é 1320, mas há variações de 1320 a 1328. Não se sabe, ainda, o ano em que ele foi enviado pela família para estudar na Universidade de Oxford, mas há certeza de que estava lá desde pelo menos 1345.
Em Oxford
Na Universidade, aplicou-se nos estudos de teologia, filosofia e legislação canônica. Tornou-se sacerdote e depois serviu como professor no Balliol College, ainda em Oxford. Por volta de 1365 tornou-se bacharel em teologia e, em 1372, doutor em teologia.
Como teólogo, logo destacou-se pela firme defesa dos interesses nacionais contra as demandas do papado, ganhando reputação de patriota e reformista. Wycliffe afirmava que havia um grande contraste entre o que a Igreja era e o que deveria ser, por isso defendia reformas. Suas idéias apontavam a incompatibilidade entre várias normas do clero e os ensinos de Jesus e seus apóstolos.
Uma destas incompatibilidades era a questão das propriedades e da riqueza do clero. Wycliffe queria o retorno da Igreja à primitiva pobreza dos tempos dos evangelistas, algo que, na sua visão, era incompatível com o poder temporal do papa e dos cardeais. Logo, a cátedra deixou de ser o único meio de propagação de suas idéias, ao iniciar a escrita de seu trabalho mais importante, a Summa theologiae. Entre as idéias mais revolucionárias desta obra, está a afirmação de que, nos assuntos de ordem material, o rei está acima do papa e que a Igreja deveria renunciar a qualquer tipo de poder temporal. Sua obra seguinte, De civili dominio, aprofunda as críticas ao Papado de Avignon (onde esteve a sede da Igreja de 1309 até 1377), com seu sistema de venda de indulgências e a vida perdulária e luxuosa de padres, bispos e religiosos sustentados com dinheiro do povo. Wycliffe defendia que era tarefa do Estado lutar contra o que considerava abusos do papado. A obra contém 18 teses, que vieram a público em Oxford em 1376.
Suas idéias espalharam-se com grande rapidez, em parte pelos interesses da nobreza em confiscar os bens então em poder da igreja. Wycliffe pregava nas igrejas em Londres e sua mensagem era bem recebida.
A oposição da Igreja
Apesar de sua crescente popularidade, a Igreja apressou-se em censurar Wycliffe. Em 19 de fevereiro de 1377, Wyclif é intimado a apresentar-se diante do Bispo de Londres para explanar-lhe seus ensinamentos. Compareceu acompanhado de vários amigos influentes e quatro monges foram seus advogados. Uma multidão aglomerou-se na igreja para apoiar Wycliffe e houve animosidades com o bispo. Isto irritou ainda mais o clero e os ataques contra Wycliffe se intensificaram, acusando-o de blasfêmia, orgulho e heresia. Enquanto isso, os partidos no Parlamento inglês pareciam convictos de que os monges poderiam ser melhor controlados se fossem aliviados de suas obrigações seculares.
É importante lembrar que, neste período, desenrolava-se a Guerra dos Cem Anos entre a França e a Inglaterra. Na Inglaterra daquele tempo, tudo que era identificado como francês era visto como inimigo e nessa visão se incluiu a Igreja, pois havia transferido sua sede de Roma para Avignon, na França. A elite inglesa (realeza, parlamento e nobreza) reagia à idéia de enviar dinheiro aos papas, esta era uma atitude vista como ajuda ao sustento do próprio inimigo. Neste ambiente hostil à França e à Igreja, um teólogo como Wyclif desfrutou quase imediatamente de grande apoio, não apenas político, como também popular, despertando o nacionalismo inglês.
Em 22 de maio de 1377, o Papa Gregório XI, que em janeiro havia abandonado Avignon para retornar a sede da Igreja a Roma, expediu uma bula contra Wycliffe, declarando que suas 18 teses eram errôneas e perigosas para a Igreja e o Estado. O apoio de que Wycliffe desfrutava na corte e no parlamento tornaram a bula sem efeito prático, pois era geral a opinião de que a Igreja estava exaurindo os cofres ingleses.
Poder Real X Poder Eclesiástico
Bases
Pessoas
Liturgia e Culto
Organização


Ao mesmo tempo em que defendia que a Igreja deveria retornar à primitiva pobreza dos tempos apostólicos, Wycliffe também entendia que o poder da Igreja devia ser limitado às questões espirituais, sendo o poder temporal exercido pelo Estado, representado pelo rei. Seu livro De officio regis defendia que o poder real também era originário de Deus, encontrava testemunho nas Escrituras Sagradas, quando Cristo aconselhou "dar a César o que é de César". Era pecado, em sua opinião, opor-se ao poder do rei e todas as pessoas, inclusive o clero, deveriam pagar-lhe tributos. O rei deve aplicar seu poder com sabedoria e suas leis devem estar de acordo com as de Deus. Das leis de Deus se deriva a autoridade das leis reais, inclusive daquelas em que o rei atua contra o clero, porque se o clero negligencia seu ofício, o rei deve chama-lo a responder diante de si. Ou seja, o rei deve possuir um "controle evangélico" e quem serve à Igreja deve submeter-se às leis do Estado. Os arcebispos ingleses deveriam receber sua autoridade do rei (não do papa).
Este livro teve grande influência na reforma da Igreja, não apenas na Inglaterra, que sob Henrique VIII passaria a ter a igreja subordinada ao Estado e o rei como chefe da Igreja, mas também na Boêmia e na Alemanha. Especialmente interessantes são também os ensinamentos que Wycliffe endereça aos reis, para que protejam seus teólogos. Ele sustentava que, já que as leis do rei devem estar de acordo com as Escrituras, o conhecimento da Bíblia é necessário para fortalecer o exercício do poder real. O rei deveria cercar-se de teólogos para aconselha-lo na tarefa de proclamar as leis reais.
Wycliffe e o papado
Os escritos de Wycliffe em seus seis últimos anos incluem contínuos ataques ao papado e à hierarquia eclesiástica da época. Nem sempre foi assim, entretanto. Seus primeiros escritos eram muito mais moderados e, à medida que as relações de Wyclif com a Igreja foram se deteriorando, os ataques cresceram em intensidade.
Na questão relacionada ao cisma da Igreja, com papas reivindicando em Roma e Avignon a liderança da Igreja, Wycliffe entendia que o cristão não precisa de Roma ou Avignon, pois Deus está em toda parte. "Nosso papa é o Cristo", sustentava. Em sua opinião, a Igreja poderia continuar existindo mesmo sem a existência de um líder visível, por outro lado os líderes poderiam surgir naturalmente, desde que vivessem e exemplificassem os ensinamentos de Jesus.
Contra as Ordens Monásticas
A batalha de Wycliffe contra as ordens monásticas (que ele chamava de "seitas") iniciou-se por volta de 1377 e alongou-se até sua morte. Wycliffe afirmou que o papado imperialista era suportado por estas "seitas", que serviam ao domínio do papa sobre as nações daquele tempo. Em vários de seus escritos, como Trialogus, Dialogus, Opus evangelicum e alguns sermões, Wycliffe dizia que a Igreja não necessitava de novas "seitas" e que eram suficientes os ensinos dos três primeiros séculos de existência da Igreja. Defendia que as ordens monásticas não eram suportadas pela Bíblia e deveriam ser abolidas, junto com suas propriedades. O povo então se insurgiu contra os monges e podemos observar os maiores efeitos dessa insurreição na Boêmia, anos mais tarde, com a revolução hussita. Na Inglaterra, entretanto, o resultado não foi o esperado por Wycliffe: as propriedades acabaram nas mãos dos grandes barões feudais.
A Bíblia Inglesa
Descrição: http://bits.wikimedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png
John Wycliffe entrega a tradução da Bíblia aos padres, que ficaram conhecidos como lolardos. (quadro de William Frederick Yeames). Wyclif organizou um projeto de tradução das Escrituras, defendendo que a Bíblia deveria ser a base de toda a doutrina da Igreja e a única norma da fé cristã. Sustentava que o papa ou os cardeais não possuíam autoridade para condenar suas 18 teses, pois Cristo é a cabeça da Igreja e não os papas.
"A verdadeira autoridade emana da Biblia, que contém o suficiente para governar o mundo", cita Wycliffe em seu livro De sufficientia legis Christi. Wycliffe afirmava que na Bíblia se encontra a verdade, a fonte fundamental do Cristianismo e que, por isso, sem o conhecimento da Bíblia não haveria paz na Igreja e na sociedade. Com isso, contrapunha a autoridade das escrituras à autoridade papal: "Enquanto temos muitos papas e centenas de cardeais, suas palavras só podem ser consideradas se estiverem de acordo com a Bíblia". Idêntico princípio seguiria Lutero mais de 100 anos depois, ao liderar a Reforma Protestante.
Wycliffe acreditava que a Bíblia deveria ser um bem comum de todos os cristãos e precisaria estar disponível para uso cotidiano, na língua nativa das populações. A honra nacional requeria isto, desde quando os membros da nobreza passaram a possuir exemplares da Bíblia em língua francesa. Partes da Bíblia já haviam sido traduzidas para o inglês, mas não havia uma tradução completa. Wycliffe atribuiu a si mesmo esta tarefa. Embora não se possa definir exatamente a sua parte na tradução (que foi baseada na Vulgata), não há dúvidas de que foi sua a iniciativa e que o sucesso do projeto foi devido à sua liderança. A ele devemos a tradução clara e uniforme do Novo Testamento, enquanto seu amigo Nicholas de Hereford traduziu o Antigo Testamento. Ambas as traduções foram revisadas por John Purvey em 1388, quando então a população em massa teve acesso à Bíblia em idioma inglês, ao mesmo tempo que se ouvia dos críticos: "a jóia do clero tornou-se o brinquedo dos leigos".
Mas, cabe fazer algumas ressalvas. Durante a Idade Média os livros eram raros e caros por serem feitos à mão, a Bíblia não era exceção. O uso exclusivo do Latim era comum a todos os livros dado a universalidade da língua e o seu reconhcimento erudito e intelectual na Europa Ocidental, regra válida também para a Bíblia. A tradução de Wycliffe da Bíblia para o inglês pode ser entendida como mais movida pelo nacionalismo inglês e menos por uma inclinação popular de democratização de acesso. Os pobres continuaram sem ter acesso a mesma por dois motivos: o primeiro é que era cara por sua confecção ainda manual e segundo o povo continuava analfabeto. A grande difusão da Bíblia só foi de fato possível com a invenção da imprensa no século XV e a universalização da educação a partir do século XIX. Então, somente após o século XIX reuniram-se as condições para a Bíblia se tornar um livro popular.
Apesar do empenho da hierarquia eclesiástica em destruir as traduções em razão do que consideravam como erros de tradução e comentários equivocados, ainda existem ao redor de 150 manuscritos, parciais ou completos, contendo a tradução em sua forma revisada. Disso podemos inferir o quão difundida essa tradução foi no século XV, razão pela qual os partidários de Wyclif eram chamados de "homens da Bíblia" por seus críticos. Assim como a versão de Lutero teve grande influência sobre a língua alemã, também a versão de Wycliffe influenciou o idioma inglês, pela sua clareza, força e beleza.
A Bíblia de Wycliffe, como passou a ser conhecida, foi amplamente distribuída por toda a Inglaterra. A Igreja a denunciou como uma tradução não autorizada.
Wycliffe e os lolardos
Contrário à rígida hierarquia eclesiástica, Wycliffe defendia a pobreza dos padres e os organizou em grupos para divulgar os ensinos de Cristo. Estes padres (mais tarde chamados de "lolardos") não faziam votos nem recebiam consagração formal, mas dedicavam sua vida a ensinar o Evangelho ao povo. Estes pregadores itinerantes espalharam os ensinos de Wycliffe pelo interior da Inglaterra, agrupados dois a dois, de pés descalços, usando longas túnicas e carregando cajados nas mãos.
Em meados de 1381 uma insurreição social amedrontou os grandes proprietários ingleses e o rei Ricardo II foi levado a crer que os lolardos haviam contribuído com ela. Ele ordenou à Universidade de Oxford (que havia sido reduto de líderes insurretos) que expulsasse Wyclif e seus seguidores, apesar destes não haverem apoiado qualquer movimento rebelde. O rei proibiu a citação dos ensinos de Wycliffe em sermões e mesmo em discussões acadêmicas, sob pena de prisão para os infratores.
O legado de Wycliffe
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Início do Evangelho de João, em uma cópia da tradução para o inglês da Bíblia de Wycliffe
Wycliffe então se retirou para sua casa em Lutterworth, onde reuniu sábios que o auxiliaram na tarefa de traduzir a Bíblia do latim para o inglês. Enquanto assistia à missa em Lutterworth, no dia 28 de dezembro de 1384, foi acometido por um ataque de apoplexia, falecendo 3 dias depois, no último dia do ano.
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Exumação e cremação dos ossos de John Wycliffe.
A influência dos escritos de Wyclif foi muito grande em outros movimentos reformistas, em particular sobre o da Boêmia, liderado por Jan Huss e Jerônimo de Praga. Para frear tais movimentos, a Igreja convocou o Concílio de Constança (14141418). Um decreto deste Concílio (expedido em 4 de maio de 1415) declarou Wycliffe como herético, recomendou que todos os seus escritos fossem queimados e ordenou que seus restos mortais fossem exumados e queimados, o que foi cumprido 12 anos mais tarde pelo Papa Martinho V. Suas cinzas foram jogadas no rio Swift, que banha Lutterworth.


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Ev. Leandro Ricardo Ribeiro Dos Santos Souza

BISPO PRIMAZ MANOEL FERREIRA "TOQUE A IMAGEM CONHEÇA MAIS"

BISPO PRIMAZ MANOEL FERREIRA "TOQUE A IMAGEM CONHEÇA MAIS"
Manoel Ferreira (Arapiraca, 30 de maio de 1932) é um ministro de culto evangélico e político brasileiro filiado ao Partido Social Cristão (PSC) do estado do Rio de Janeiro. É o Presidente Vitalício da Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil - Ministério de Madureira (CONAMAD). Manoel Ferreira foi consagrado a evangelista em 1960 em São Paulo e ordenado pastor em 1964 na Assembleia de Deus de Madureira pelo pastor Paulo Leivas Macalão. Foi presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil(CGADB) de 1983 a 1985. Nesse período, assumiu, em julho de 1983, a presidência da Confederação das Assembleias de Deus Sulamericanas (CADSA), e, em 1986, presidiu a Conferência Pentecostal Sulamericana, em São Paulo. Concorreu à presidência da CGADB novamente em 1987, mas perdeu para o Pr. Alcebiades Pereira Vasconcelos, eleito com 2.140 votos. Assumiu a presidência da Convenção Nacional das Assembleias de Deus do Ministério de Madureira em 1 de maio de 1987. Em 1993 fundou o Conselho Nacional de Pastores do Brasil (CNPB), do qual é Presidente. Em 1997, recebeu o título de bispo pela Igreja Pentecostal de Moscou, para substituir um dos doze bipos líderes daquela igreja russa, que fora apoiada pela AD de Madureira na compra e inauguração do seu primeiro templo, nos jardins da antiga KGB. O título foi reconhecido, em caráter excepcional, pela CONAMAD. Tornou-se presidente vitalício da CONAMAD em 1999. Casado com Irene da Silva Ferreira, desde 5 de maio de 1957, teve cinco filhos (Samuel, Abner, Wagner, Magner e Vasti). É formado em Sociologia pela Faculdade Toledo Pizza de Bauru, em Teologia pela Instituto Bíblico Batista de São Paulo e pela Faculdade Teológica Batista de São Paulo, e em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Foi candidato a senador em 2002 e a vice-prefeito do Rio de Janeiro na chapa de Luiz Paulo Conde em 2004. Em 2006 foi eleito deputado federal pelo PTB.

BISPO SAMUEL FERREIRA "TOQUE A IMAGEM E CONHEÇA A SUA HISTORIA"

BISPO SAMUEL FERREIRA "TOQUE A IMAGEM E CONHEÇA A SUA HISTORIA"
Bispo Samuel Ferreira Natural de Garça, interior de São Paulo, Bacharel em Direito pela UNIP. Sua formação teológica iniciou-se pelo IBAD (Instituto Bíblico da Assembleia de Deus), posteriormente se formou como bacharel, mestre e doutor em teologia. O pastor é Presidente da Assembleia de Deus no Brás (SP) e também Presidente da CONEMAD-SP ( Convenção Estadual das Assembleias de Deus – São Paulo), Presidente Executivo da CONAMAD (Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil – Ministério de Madureira), Presidente da Junta Conciliadora do Estado de São Paulo, e diretor Executivo da Editora Betel, com sede na capital do Rio de Janeiro e filiais em Campinas, São Paulo e Goiânia (GO). Casado há mais vinte anos com a pastora Keila Ferreira, é pai de Manoel Ferreira Netto, hoje pastor da Assembleia de Deus em Campinas e da evangelista Marinna Ferreira, líder da Frente Jovem do CORAFESP e integrante do ministério de louvor Brás Adoração. É autor de livros, como: ‘Os três grandes conselhos’, ‘Como superar a Crise de Esperança no Mundo’ e ‘Inveja, a síndrome do Punhal’. A Assembleia de Deus é a maior denominação pentecostal do País – estima-se que tenha 15 milhões de adeptos, cerca de metade dos protestantes brasileiros –, historicamente ela foi caracterizada pela postura austera e tradicional. Em 2006 ao assumir a Assembleia de Deus no Brás, Pastor Samuel Ferreira de imediato implantou o plano de crescimento, sendo um dos responsáveis por uma grande mudança de mentalidade e costumes na estrutura da Assembleia de Deus.

BISPO ABNER FERREIRA DO RIO DE JANEIRO "TOQUE A IMAGEM PARA SER DIRECIONADO"

BISPO ABNER FERREIRA DO RIO DE JANEIRO "TOQUE A IMAGEM PARA SER DIRECIONADO"
HOMEM DE DEUS QUE LIDERA A NOSSO MINISTERIO ALI NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E TODO O BRASIL DA MESA DA CONVENÇÃO

BISPO OIDES DO CARMO DO GOIAS "TOQUE NA IMAGEM SEJA DIRECIONADO"

BISPO OIDES DO CARMO DO GOIAS "TOQUE NA IMAGEM SEJA DIRECIONADO"
LIDERANÇA DO MINISTERIO DE MADUREIRA